Cansei de perder.

quinta-feira, 7 de maio de 2015


"Mesmo querendo eu não vou me enganar, eu conheço os seus passos, eu vejo os seus erros. Não há nada de novo, ainda somos iguais. Então não me chame, não olhe pra trás."
Paralamas do Sucesso.



Não vou virar lhe presenteando com gestos obscenos.
Não quero mais me perder nesses seus senos, co-senos.
Não irei mais decorar essas fórmulas para te entender.
Não quero mais jogar meu bem, cansei de perder.

E de que adianta falar, chorar, jurar. Ha, jurar...
Se são só palavras ditas, escritas, perdidas...
E de que adianta querer, desejar, dizer "amar",
Se tudo se esvai, aos poucos perde vida.

Não minto, te quero todos os dias, em todas as horas.
Não minto, ainda espero toda alegria que tanto demora.
É tudo verdade e tudo dói como espinhos sem flores.
Parece até maldade esse sadismo dos novos amores.

A beleza se vai com a inocência. Então deixe-me ir.
Tanta falta de noção e decência. Não vou mais ouvir.
Não me peça perdão ou complacência. Não faça-me rir.



17 novidades:

Lisiane Fagundes disse...

Ahhhh essa música destrói.
#euamo

Beijos

Fábio Murilo disse...

Ser humano e sua complex(idade). Beijos, Lu.

Carolina Hermanas disse...

Consigo sentir esse poema.Consigo sentir o eu-lírico tentando se desapegar dessas palavras..tentando deixá-las com ele, mas parece que um sentimento intenso nunca nos obedece,hm?

Amei seu poema..amei mesmo :)


beeijinhos ^^
http://carolhermanas.blogspot.com.br/

Carolina Hermanas disse...

Consigo sentir esse poema.Consigo sentir o eu-lírico tentando se desapegar dessas palavras..tentando deixá-las com ele, mas parece que um sentimento intenso nunca nos obedece,hm?

Amei seu poema..amei mesmo :)


beeijinhos ^^
http://carolhermanas.blogspot.com.br/

Ariana Coimbra disse...

Falar é tão fácil né Lu, difícil é fazer tudo o que se diz.
Lindo post!

Beijo

Aline Teles disse...

Eu adoro essa música do Paralamas. Uma hora ou outra a gente cansa, e não vale mais a pena persistir em uma relação desgastada. Belíssimo poema. Beijos.

Brunno Lopez disse...

Da releitura da canção citada
Uma nova imaginação orquestrada
Sobre sentimentos que se soltam
E lembranças que um dia voltam

O emprego das rimas não é óbito
Se sobrevive por um propósito
E escondemos verdade de quem
Não sabe ao certo se nos quer bem

Se a solidão mandar um abraço
Quebre o mais firme laço
E do desenho da vida, fique com o traço

Simone Lima disse...

Lu, tem uma hora que a gente cansa de colecionar fracassos...
Muito bom te ler!

Beijo'oo
P.s: imagem massa!

Carol Russo S disse...

Tudo cansa, Lu.
Mas o cansaço não é de um todo inútil, quando a gente reconhece a própria fraqueza e fragilidade, a gente se torna mais forte.

Te desejo tudo de bom.

Lu Nogfer disse...

Oi Lu.
Concordo plenamente com o comentário acima. Tiro por mim...

O cansaço e normal só nao podemos nos deixar abater.

Beijo grande!

Gabriela Furtado disse...

Ir embora, deixar para trás aquilo que é tão precioso para gente dói para caramba, arranca pedaço nosso, desestrutura. Mas muitas vezes, em especial quando não há reciprocidade, ir embora é vital.
Lindissimo poema.
Bjas

serra de alencar, gabriela disse...

A dura realidade do desapego, quando não há mais escapatório. Fazendo poesia em meio à dureza, lindo.

Dênis Girotto de Brito disse...

Parabéns, Lu. Um ótimo poema.
Provocativo.
Chega a ser um desabafo.
Adorei!

O Poeta e a Madrugada (Contos e Poesia)
Dark Dreams Project (Contos de suspense e terror)

✿ chica disse...

Gostei da música,Lu! bjs, tudo de bom,chica

Bandys disse...

Oi moça,
Antes de comentar quero dar
os parabéns pelo cantinho.Tão delicado,
e tão aconchegante, Adorei. Também sou canceriana
e tenho um Theo que faz parte da minha vida. Um amor incondicional.
Sua poesia resume em uma frase.
...meu melhor deixei com você e
com saudade, senti falta de mim.
beijos,

Erica Ferro disse...

Que lindeza esse amor sofrido e doído, Lu. Você retrata tão bem essa saga de amar. Amei!
Um abraço!

Blog || Fan Page

Erica Ferro disse...

O amor é igual café. Quando esfria por conta da demora de uma resposta, de um retorno, de um olhar, é duro de engolir.
O jeito é cuspir.

Belo poema, moça!
Ah, não sabia que você era mãe. Que coisa bonita! Faz tempo? Quantos meses seu bebê tem?
Beijo!

Blog || Fan Page

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